Primeiro dia no doutorado: não achava que ia me sentir feliz com uma besteira dessas.
E pela primeira vez me dei conta que tenho que planejar as coisas para daqui a 4 anos, pelo menos. Ou seja, para perto da próxima copa…
Primeiro dia no doutorado: não achava que ia me sentir feliz com uma besteira dessas.
E pela primeira vez me dei conta que tenho que planejar as coisas para daqui a 4 anos, pelo menos. Ou seja, para perto da próxima copa…
Depois de uma longa espera finalmente o meu orientador liberou a versão final da minha dissertação de mestrado. Com isso, pude solicitar a emissão do meu diploma. Bom, foi uma batalha de quase dois anos e eu tenho muito a agradecer a muitos. Abaixo, segue o coteúdo da seção de agradecimentos. Sei que eles vêem um pouco tarde mas não não faria muito sentido fazer isso antes.
Foi uma longa caminhada. Tenho certeza de que muitos me ajudaram no decorrer desse percurso e que, no processo de lhes agradecer, alguns serão inevitavelmente esquecidos. A estes últimos peço desde já as minhas mais sinceras desculpas e dou meu muito obrigado.
Antes de mais nada gostaria de agradecer aos meus pais e à minha irmã, pessoas incríveis que a vida me deu a sorte e a honra de ter como familiares e amigos.
Aos professores Dorgival Olavo Guedes Neto e Wagner Meira Júnior. O percorrer desse caminho foi um processo longo e trabalhoso. Houve trechos mais atribulados do que o de costume, intercalados com léguas e léguas de árduas retas sem fim. O importante é que, findo esse processo, após ter desbravado todo esse percurso, fico feliz de ter tido vocês como guias e mentores. Além disso, gostaria de agradecer aos professores Creto Vidal, Javam Machado e Rossana Andrade por terem me preparado para essa jornada.
A todo o pessoal do POP-CE pela paciência, pela experiência, pela amizade, pelos ensinamentos e por todo o crescimento que eu tive quando trabalhei junto a vocês.
Aos camaradas João Caram de Oliveira e Roberto Jorge Dummar Filho. Os calos dessa caminhada foram todos meus mas vocês bem que compartilharam dos incômodos que vários deles causaram.
Aos “anfitriões” Camila Caram, Tia Jane e Tia Soraya, Pablo de Freitas Melo, Julia Selani Rodrigues Silva Melo, Valeria Goncalves Teixeira, Grace Carneiro Braz, Darwin Oliveira Teixeira Silveira e Rafael Takai, pela hospitalidade e por receberem com tanto carinho um cearense resmungão.
Aos “conterrâneos” e colegas Michelle Nogueira, André Luiz Lins de Aquino por me ajudarem a dar os primeiros passos dessa jornada.
Aos colegas Geraldo Antonio Ferreira, Fernando Almir Nascimento Jr, Patrícia Martins, Danielle Santos da Silva, Erikson Freitas de Morais, Wagner Ferreira de Barros, Marcelo Borghetti Soares, Ademir de Alvarenga Oliveira e Vilar Fiuza da Camara Neto pela camaradagem. Sei que compartilhamos várias das dificuldades passadas no inicio dos percursos que cada um de nós tomou e confesso que, se não fosse o apoio que demos uns aos outros nesse início, o trajeto seria mais tumultuado e muito menos agradável.
Aos colegas Cristiano Maciel da Silva, Bruno Estolano Grossi, Bruno Rocha Coutinho e Walter dos Santos Filho pela ajuda e paciência.
Aos paraenses Daniel Moutinho de Moura, Bruno Brito, Márcio Sequeira, Rodrigo e Vânia Vale e ao quase-paraense Luciano Polisseni. Nem só de trabalho vive o homem e, “égua, muleques”, vocês sabem como poucos fazer uma noite render muitas histórias.
A todo o pessoal do SPEED, em especial a André Assis Chaves George Luiz Medeiros Teodoro, Túlio Coelho Tavares, José Ismael Pereira Junior, e ao Beto e seu bar. “Tá ligado, neguim”!!!
Gostaria de agradecer também ao CNPq e FUNDEP pela ajuda financeira, indispensável nessa empreitada. Gostaria também de agradecer à WayBrasil, à Empresa de Infovias, e em especial a Ricardo Bastos, pelo suporte e pela sensibilidade à pesquisa acadêmica demonstrada ao colaborar com esta pesquisa.
Não poderia deixar de agradecer a velhos colegas e velhos amigos que, mesmo pertencendo a tempos mais remotos, mantiveram-se presentes de uma forma ou de outra e que foram de fundamental importância para que eu chegasse até aqui, quer pela simples e descompromissada amizade, que pelo exemplo de pessoa que foram para mim. Desta forma, gostaria de agradecer a Alison Sellaro Pelucio, Alex Sandro “Freud” Queiroz e Silva, Victor Campos, Viktor Saboia, Ana Shirley Ferreira da Silva, Windson Carvalho de Viana, Getúlio Fiúza e a Themístocles Mesquita.
Finalmente, jamais poderia deixar de agradecer veementemente aos todos os meus amigos e irmãos dos “Queridinhos do Vei Voyeur”, aos associados e personalidades ilustres, em especial ao Rodrigo Santos Rocha e ao Daniel Pordeus de Meneses, sem claro desmerecer a Flávia, Rommel, Clarissa, Alex José, Larissa, Jamille, Juliana, Nataly, Andrezinho, Marcus, Andréa, Samuel e tantos outros. Vocês sabem o tanto que eu prezo pela amizade de vocês, mesmo que eu não diga isso com a freqüência que eu deveria.
Update: Corrigi um erro grotesco de português. A tempo:Caio Fagundes, obrigado. No mais, quantos pontos eu perdi nessa redação, Oh! paladino da língua portuguesa que vasculha blogs alheios?
Passou. Eu defendi. Não pude comemorar no dia, não pude voar para Fortaleza para me encontrar com um tanto de gente que eu queria ver mas ainda assim, no domingo, reuni amigos e enchi a cara – e ainda paguei para que os outros enchessem também.
Para todos que não puderam passar ou não ficaram até o final da comemoração, eu só tenho quatro coisas a dizer:

Falando sério, para todos aqueles que ligaram, postaram aqui, enviaram SMS, meu muito obrigado. Foi um parto de 2 anos, com vários momentos chatos e é bom saber que tinha gente que torcia por mim, gente que tinha saco de escutar as minhas lamúrias via ICQ. Enfim, tudo isso seria muito mais díficil se não fossem vocês.
Aqui está ela:

Acabei não “postando” esse na hora certa mas… vai assim memso
Pronto! Entreguei o texto para o Exlmo. membro externos da minha banca. Agora? Agora fudeu geral, muleque!
Cruzes! Estou recebendo sinais de que o fim está chegando enfim…
Primeiro foi isso:
Finalmente terminei de ler os textos de voces. Quando puderem, passem por aqui para a gente conversar. Em linhas gerais, acho que estamos perto do fim, afinal.
![]()
As datas no momento sao: bgrossi, 13:00-30/06; tmacam, 10:00-01/07
Depois veio a confirmação, direto da secretaria:
* Aluno: Tiago Alves Macambira Título da dissertação de mestrado: Monitoração de Tráfego Par-a-Par em Tempo Real Data: 01-07-2005 - Horário: 10:00 Local: Sala 2029 - ICEx Comissão: prof. Dorgival Olavo Guedes Neto - orientador (DCC - UFMG) prof. Carlos Frederico Marcelo da C. Cavalcanti(DECOM-UFOP) prof. Wagner Meira Júnior (DCC - UFMG)
E agora, maluco?!
Uh.. alguém quer ler a prévia da dissertação
As coisas geralmente ficam mais simples quando você lê os próprios avisos:
g++ -Wall -ggdb -g3 -D_GLIBCXX_CONCEPT_CHECKS -DP4P_SIGNATURE_SHORT_CIRCUIT=8388608l -c -o writers_pool.o writers_pool.cpp
In file included from writers_pool.h:21,
from writers_pool.cpp:14:
p4p_short_circuit.h:27:3: warning: #warning P4P_SIGNATURE_SHORT_CIRCUIT enabled: logging and opportunistic caching of files will be compromised
O processo criativo é laborioso e demorado. Não que eu possa falar muito dele afinal, tudo o que eu faço a um certo tempo é escrever introdução, descrição, avaliação de prós, contras e gancho para as seções subseqüentes. Vez por outra, no entanto, é necessário lançar mão de uma válvula de escape — ou se abraçar com a demência… É por essas e outras que.. ah… deixar de blá-blá-blá e vamos para os links do dia logo e pronto
Ah! “Jesus, me chicoteia” e a tirinha de hoje dos Malvados também estão muito bons… Ah? O texto? Ta indo, apenas indo…
A resposta não é 42, mas “logo”.
Prolixo, agora eu sou prolixo. Vamos ver qual será o comentário que eu receberei com o próximo capítulo…
– Qual é a desses pontinhos afinal? Você poderia me perguntar. Ah, eles me ajudam a não ser prolixo.
Para não pasar batido, o python-link do dia é:Python webcam fun – motion detection.
Fazia um bom tempo que eu não aparecia por aqui. Resolvi vir e fazer um post mais para fins de bookmarking do que para qualquer outra coisa. É, outras coisas têm ocupado a minha mente e me envolvido numa áurea de culpa da qual está cada vez mais complicado me despir.
De qualquer forma, eu ainda não esqueci esse blog. Acreditem. CSS Style for you WordPress RSS Feed.
Toda vez que eu volto de Fortaleza uma gripe se prende às minhas pernas e eu tenho que carregá-la por pelo menos uma semana a tira-colo para poder livrar-me dela.
Dessa vez peguei uma amidalite, com direito a antibiótico e tudo mais. Pelo visto a amidalite já deu uma trégua, mas deixou uma saudosa (?!) gripe no lugar. Realmente, foi uma ótima semana em Fortaleza.
Eu deveria ter me afastado deles por mais tempo, mas uma tarde de domingo morosa sempre é uma boa desculpa para retomar a antigos vícios.
O chato é que parece que, logo agora que eu finalmente consegui fazer o Titus e a Yuna se agarrarem, terei que me afastar deles mais uma vez. Por mais uma semana, quem sabe? Quem sabe eu consigo pegar o doublecast da próxima vez?!
Sim, falando em vícios, o python-link do dia é esse: The Python Chalange. Descubra o quando você realmente sabe usar a sua linguagem preferida. Mas não vale “trapacear”.
Na sala da diretoria:
– Macambira, eu estou muito descrente que você entregará esse texto pronto para mim na segunda.
– Que é isso, professor! Sabe do que você precisa?
– Ahn, diz.
– Fé!
A frase da semana:
Existem dois tipos de pessoas: as que fazem e as que dizem que fazem. Se lhe for dada a possiblidade de escolher, prefira ser das primeiras: existe menos concorrência.
Ghandi
.. e eu gostaria de agradecer à professora de literatura brasileira, por sempre me lembrar da essência do que é ser brasileiro.
(Sábado, sala de aula, 7 dias antes do vestibular)
– Olhem, ontem veio uma colega de vocês perguntar se ainda dava tempo. Sinceramente, com o vestibular a uma semana, eu tenho que dizer que… sim, “ainda dá tempo”!
Se Ele criou tudo em 7 dias e ainda teve tempo para descansar, por que eu, criado à Sua imagem e semelhança, não posso terminá-la em 7 dias?
Vai, se engana que eu gosto.
Êh banzo… (homesickness para os pseudo-pescoçudos)
…
Na palma da minha mão tem os dedos, tem as linhas
Que olhar cigano caminha procurando alcançar
A nau perdida, o trem que chega, nova dança
Mata verde, esperança
Em suas tranças vou voar
Passarinho, vou voar
To com vontade de voltar no tempo, voltar para um canaval em Iguatu, correr de bicicleta, tomar banho de mangueira, ficar acordado esperando meus pais voltarem do baile de carnaval. De acordar para discutir quem despertou mais cedo, de ficar tirando nata do café-com-leite, de subir em árvores rápido como quem rouba na partida de esconde, de jogar bila — apenas para perder todas.
Minha filha? Está crescendo… devagar, mas crescendo…
Existem perguntas que você simplesmente não precisa escutar, ainda mais vindas da sua mãe:
– … esse artigo [para a SBRC] não foi aceito.
– Nâo foi aceito! – com um tom que você não pode decidir se é de surpresa, desgosto e discrença no que escuta.
– Não.
– Quer dizer que nesses dois anos que você passou ai você não publicou nada?!
É. A wiki-mania voltou. É simplesmente fascinante como eu consigo me perder na selva da de um wiki, e olhe que nem era no MeatBall.
Tudo começou com um post do Guido van Rossun sobre multi-methods e decorators… Depois, fui no google, cai no WikiWikiWeb (o original) e, depois de descobrir que overloading a overriding não são a mesma coisa de multimethods, acabei descobrindo que dois é um número ímpossível, até porque só existe o zero, o um, e o infinito.
O que isso tem a ver com a escrita da minha dissertação ainda permanece um mistério.
… não é gostoso, sinto lhes informar.
E agora o mestrado da UFMG tem mais 3! Ainda bem, aqui estava precisando de gente que dissesse “Macho, tu tá é doido” com mais naturalidade!
A proveitando o post, vamos aos links:
… e, pelo que andam contando por ai, será curiosamente próxima da data do Skol Beats…
A propósito, não me perguntem quando eu defendo. A dissertação estará pronta no seu devido tempo. E, pelos planos, isso será antes do Skol Beats.
Não pude resistir:
