Eu, o ogro

Ela não me atende. Ela não me liga. Ela não aparece. Ela não dá papo. Ela não está solteira… Melhor desistir? Jamais! Seria melhor morrer a parar de pelejar.

* * *

Nada como uma tapa no seu ego inflado numa madrugada de domingo para segunda para fazer o espelho lhe olhar de modo estranho.

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Ele diz que ainda vem, mas já não sei se é verdade. Ele só adia sua vinda dia após dia.

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Uma garrafa de vinho branco, 400 gramas de camarão descascado, disposição de sobra, o rei cantando “Você não serve para mim”, e um bom papo com velhos amigos. Toda semana deveria terminar assim.

DJ Colette – Vocals vs tables

One Response to “Eu, o ogro”

  1. Z says:

    Você só esqueceu de falar “após várias partidas de Tetrinet” :)

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