Que história de identar com espaço é essa?

Quando eu falo que eu programo em python levam na brincadeira. Uma linguagem que cria blocos com identaçã?! Não presta.., eles dizem. Bem, talvez uma outra pessoa dizendo a mesma coisa que eu digo para eles surta mais efeito:

Of course, this brought me face to face once again with Python’s pons asinorum, the significance of whitespace. This time, however, I charged ahead and roughed out some code for a handful of sample GUI elements. Oddly enough, Python’s use of whitespace stopped feeling unnatural after about twenty minutes. I just indented code, pretty much as I would have done in a C program anyway, and it worked.

Not that it took me very long to learn the feature set. I wrote a working, usable fetchmailconf, with GUI, in six working days, of which perhaps the equivalent of two days were spent learning Python itself. This reflects another useful property of the language: it is compact–you can hold its entire feature set (and at least a concept index of its libraries) in your head. C is a famously compact language. Perl is notoriously not; one of the things the notion “There’s more than one way to do it!” costs Perl is the possibility of compactness.

6 Responses to “Que história de identar com espaço é essa?”

  1. Betinho says:

    É, a galera levando na brincadeira… :)

  2. Pordeus says:

    Acho q python poderia ser uma ling. alternativa nos cursos de computação. Por ela obrigar o aluno a identar para construir blocos, ele seria bem treinado logo de inicio a organizar o código.

  3. ventonegro says:

    Isso da identação é, sem dúvida, uma das maiores falhas do Python. Em Lua eu posso definir uma função anônima dentro da lista de parâmetros de outra função, por exemplo, e isso é muito útil :-P

  4. E quem disse que python não possui funções anonimas?!

    Por outro lado, funções anônimas, enquanto belísimas ferramentas, tem aquele jeitão de operador ? e ++ do C: para o programador pode ser a opção mais natural e, por serem “sucintas”, eleganges. Na verdade, o que se obtêm é uma perda de legibilidade no código.

  5. O oráculo says:

    Mesmo assim, torno a adverti- lo : “Margareth Menezes deve estar pensando muito em você em uma encruzilhada !!!!!!!!”

  6. Cruzes! O cara comenta o post #3 do blog e esse post – pense numa linha de tempo….

    Margareth usa Mãe Zena? So sei de uma coisa: nesse carnaval que passou dandalunda era o q havia, so perdendo para a música do Guaxinim.

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