“We call it techno…”

O poder que música tem é uma coisa incrível: é capaz de mudar o seu humor, de transformá-lo, moldá-lo. A música certa traz a tona a memória aquele filme, daquela festa, daquela pessoa, daquele ano, daquele momento, daquele sentimento. Uma boa combinação de BPMs, de graves e agudos, baixos e violinos, pianos e baterias, timbals e vilocelos, e você esquece de tudo. Um pouco de música eletronica numa sexta-feira pode fazer você se dar conta que até a burocracia tem um limite.

Nada de ficar na rua pensando na bosta das pendências do mestrado. Não mais! É verdade que ser um queridinho implica em ser um fulano bem sucedido, do tipo “Você já terminou faculdade?! Nossa… Mas me diz ai, você conhece algum cursinho bom?” e, “Até fulana?! Po! Deixa uma pros outros” :cool: , e também aquele “Não, você não vai dormir agora não: chegou meio-dia da farra por que quis, agora senta e come com a família. Que?! Comeu carangueijo de besta: senta pelo menos para sobremesa! A praia também funciona de dia, sabia?!”. Mas antes e acima de tudo, ser um QVV é ser um fulano que leogarota. E eu tinha esquecido como isso é bom. Nada que uma “veteranada” onde toque “Devil Drums” e tenha donas bêbadas não resolva.

É por isso que, até domingo dia 13, não esperem acordados: não volto. Irei cuidar dos meus botôes, da minha vida, do meu mestrado e, como que sem falta, irei leogarotar. E se eu não voltar domingo, não tenham dúvida: terei ido para a Festa de 2 anos da Agência Filtro, na Matox. E pouco importa como que diabos é esse local e quem são os Djs dessa agência, contanto que seja barulhento o bastante para que eu não escute meus próprios pensamentos de repartição.

Chega de burocracia! Alforria já!

2 Responses to ““We call it techno…””

  1. Caram says:

    Nossa, que braveza eh esse poket!

  2. Pordeus says:

    Agora q vc tá pedindo alforria? Fizemos isso a tanto tempo… huahauha!!

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