Desisti de usar o Gnome2 no capeta ( meu micro pessoal… ). Não tinha mais condições: toda vez que eu iniciava uma sessão, o nautilus começava a criar 10, 15, 20, 28, 34, infinitas instâncias dele. Não adiantava eu fechar as janelas que ele ia abrindo, não adiantou eu remover todos os diretórios de configuração do Gnome ( e olhe que no Gnome2 são vários… ), nada adiantou.
Eu bem que poderia continuar a usar o Gnome2 sem o nautilus ( desktop e background… quem precisa disso?!) mas o nautilus era apenas um dos vários problemas que eu tinha com o Gnome2. Um dos que mais me irritavam era o problema das janelas de mensagem de janelas minimizadas: elas não aparecem! Por exemplo, eu uso o galeon como navegador, e deixo umas 4 janelas dele, cada uma com umas 5 tabs. abertas. Quando o gnome inicializava o galeon, como na sessão passada ele estava geralmente minimizado, ele também deixava minimizado as janelas de mensagem que o galeon mostrava, de maneira que eu não as via. O problema é que o galeon ficava travado enquanto eu não desse um OK nas mensagens de erro que ele mostrava. E como eu não as via, ele ficava bloqueado até o momento que eu resolvesse ver alguma página na web. OU seja: todo o tempo que ele poderia estar baixando as 20 ou mais páginas foi perdido.
Pequeno detalhe?! Um problema do galeon?! Talvez. Mas esse era apena mais um. De qualquer forma, eu já usava o KDE 2.2 na RNP e não tinha muito do que reclamar: fora a memória extra que ele usa, a interface é muito mais consistente e usável. Como lá eu não podia ( nem devia ) ficar perdendo tempo com os problemas do Gnome e como a máquina que eu tinha na RNP era muito boa, usava KDE. Em casa, onde meu micro não era lá um P4 com disco SCSI, usava o Gnome – até pouco tempo atrás. Mudei para o KDE 3.1 e novamente, não tenho do que reclamar.
É bem verdade que eu sou super fã do Gnome, uma paixão quase como a de torcedor pelo seu time de futebol, meio Nintendo vs Sega, vim vs Emacs, mutt vs pine. Mas se seu time faz você sofrer de mais é hora de pensar em comprar outra camisa e aprender o hino do adversário – nesse caso o KDE.
Finalmente, esse post todo era só para dizer como fazer os aplicativos do GTK2 (ou gnome2) ficarem mais legíveis no KDE. NO Gnome2 vc pode controlar o tamanho das fontes que você quer que sejam usadas na interface dos programas. Essa configuração afeta tanto aplicativos do gnome2 como aplicativos feitos apenas com gtk2. Contudo, essa configuraçãosó tem efeito quando vocês está usando o no gnome2: se você iniciar um aplicativo como o gaim no KDE, as fontes dele ficam pequenas, quase ilegíveis num monitor a 1024×768. O quer fazer?! Basta criar um arquivo ~/.gtkrc-2.0 com o seguinte conteúdo ( modificado ao seu próprio gosto claro):
style "textfont"
{
font_name="Sans 14"
}
class "GtkTextView" style "textfont"
class "GtkEntry" style "textfont"
class "GtkTree" style "textfont"
class "*" style "textfont"
Esse você pode mudar a fonte padrão e seu tamanho apenas mudando o valor de font_name. O padrão para nome de fontes segue as especificações do pango (mais informações no site do GTK), acho. E é isso ai
Só se for vc q muda de time por sofrer… no máximo vc diz q seu tima não está em boa fase e confirma q seu adversário está jogando bem, neste caso, pode ser o q está ocorrendo
Entenda: eu não torço pra time nenhum de futebol, só para a selação, na copa, quando ela está nas oitavas de final. Não tenho como entender essa religião de vocês
Maca, curioso voce ter dito que o Gnome2 é pesado e o KDE 3.1 roda beleza. Aqui em casa é justamente o contrário: acho o KDE lento, pesadão (demora uns 30s pra iniciar) e o Gnome 2.2 não. Mais rápido, bem suave.
Eu realmente desisti do Debian (muito inconsistente. Mouse funcionava quando queria) e adotei o Mandrake de vez. Ele tem um utilitário (urpmi) que é muito parecido com o apt-get: baixa todos os rpm e resolve as dependencias. Alem de tornar algumas coisas bem fáceis, como serviços por exemplo.
No resto, é isso
. Abraço
Eu não disse que o KDE era leve. Eu disse que não dava para aguentar as inconsistências do gnome
To preferindo pagar o peso da gurdura do KDE pelo saco de ficar brigando com o gnome