Archive for June, 2003

RFC: wiki.burocrata.org

Friday, June 27th, 2003

Pois é. Chegou um ponto em que eu vou ter que instalar um wiki no burocrata.org. CVS é otimo mas não foi feito para tudo – nem tudo na vida de um estudante de computação são programas, makefiles, etc. E não, não tenho saco de ficar editando pagina .html para cada coisa que eu quero fazer: se eu posso simplesmente colocar um wiki para anotar tudo que eu quero, criar páginas já formatadas, com índice e tudo mais que se tem direito, controle de versão e possibilidade de edição remota e cooperativa, para que diabos eu vou ficar brigando com arquivo .html na mão?! Muito mais produtivo ter um wiki, IMHO.

Eu estava pensando em usar o WikkiTikkiTavi ou o MoinMoin. Cogitei até instalar o ZWiki, que roda sobre o Zope.

O primeiro é o usado lá na ALU e no site interno do POP-CE. É escrito em PHP. É rapido, eficiente, ainda mais se você usar algum daquele otimizadores PHP, relativamente simples de manter. Contudo, precisa de MySQL para rodar e não é la muito extensível. Faz o arroz com feijão mas deixa muito dos extras de fora.

O segundo é feito em python *grin* e é usado em vários wikis famosos. Não precisa de um banco de dados para rodar e possui inúmeras extensões interessantes: modo blog, criação de eleições ao estilo wiki ( basta definir na pagina q vc quer uma eleição, dizer quais são os opçoes e acabou), controle de acesso, suporte a upload de imagens e arquivos, etc. Só esse modo blog já é uma mão na roda: nada de ficar definindo link para tudo que eu cito nos posts, bastaria convertê-los para WikiNames e pronto. Fora que o blog poderia de maneira transparente interagir com o wiki: posts referenciando páginas e sendo referenciados. Bom mesmo, só possui um probleminha que realmente é o que está colocando ele em 2o. colocado: performance – ele roda como CGI :( Aparentemente colocá-lo para rodar com o mod_python não é trivial. Uma solução, que é a resposta mais comum agora para todo problema que envolve serviços web agora, seria colocar o wiki para rodar num servidor de aplicação. Ele ficaria rodando em background e a cada pedido de página o Apache se comunicaria com o servidor de aplicação solicitando uma versão semi-acabada da página.

Essa solução é a adotada meio que por tabela pela terceira opção, o ZWiki. Como ele roda sobre Zope, que é por si só um servidor de aplicação, não existe o problema de carregar o interpretador python para executar cada solicitação de página individualmente, pois o zope está sempre lá, rodando. Banco de dados também não é problema: o próprio zope se encarrega desse trabalho. Problema então?! O proprio zope: é grande demais para ser instalado na máquina do burocrata.org. Não é como se ela tivesse espaço sobrando no /usr e apesar do zope se dizer pesado apenas na hora de carregar, tenho lá minhas dúvidas…

E ai, sugestões? O que é q vocês acham?!

PAA? Use Calminex Veterinário!

Friday, June 27th, 2003

Na verdade, até tinha o que dizer para hoje.

Tinha uma piadinha sobre como uma aula de alongamento lá no Kung-Fu arruinou a minha coxa esquerda. Passei até um bom tempo já no caminho de volta do treino imaginando a forma mais engraçada de colocar a história aqui. Por sinal, falei que eu não ia lá haviam quase 2 semanas?! Provavelmente não…

Ia também, no meio do processo de contar o “causo”, falar q eu to passando relaxante muscular de uso veterinário *grin* na perna por causa da dor. Ia contar da saida de sábado, da de terça e yada yada yada.

Eis que hoje, pela tarde, o professor de PAA resolveu avisar que já tinha colocado na página da disciplina o próximo trabalho, com deadline para duas semanas. E eu achando que ia ter tempo para respirar entre o ultimo trabalho e a prova e o trabalho seguinte.

Ê vida de gado / Povo marcado / povo feliz….

“Mu-mu-music news”

Friday, June 27th, 2003

Na falta do que dizer, colocar uma musica marrom só para marcar presença.


Belle and Sebastian – Mary Jo
Mary Jo, sitting alone
Drinking tea, she just got home
She wants, I don’t know what you want

Mary Jo, living alone
Drinking gin with the telly on
She wants

The night to follow day and back again
She doesn’t want to sleep
Well who could blame her if she wants?
The night to follow day and back again
She doesn’t want to sleep
Well who could blame her, if she sleeps?
Well who could blame her, if she sleeps?
Well who could blame her, if she’s sleeping?

Mary Jo, back with yourself
For company, keep telling yourself you’re young
It’ll happen soon

Mary Jo, no one can see
What you’ve been through
Now you’ve got love to burn

It’s someone else’s turn to go through Hell
Now you can see them come from twenty yards
Yeah you can tell
It’s someone else’s turn to take a fall
And now you are the one who’s strong enough to help them
The one who’s strong enough to help them
The one who’s strong enough to help them all

Mary Jo, you’re looking thin
You’re reading a book, “The State I Am In”
But oh, it doesn’t help at all
What you want is a cigarette
And a thespian with a caravanette in Hull

Because life is never dull in your dreams
A pity that it never seems to work the way you see it
Life is never dull in your dreams
A sorry tale of action and the men you left for
Women, and the men you left for
Intrigue, and the men you left for dead

Rápida fuga para Pasárgada

Monday, June 23rd, 2003

Um telefonema, uma explicação e um nome.

E munido de esperanças ele sai do retiro em que ele se propora permenecer, não fazia nem bem um dia.

O que não se faz por uma ilusão…

Geraldo Azevedo – Dona da minha cabeça

Enquanto o semestre não acabar…

Saturday, June 21st, 2003

Hoje deu aquela vontade de postar. Deve ser meu subconsciente inventando uma desculpa para que eu fique mais tempo no computador – e ele está tendo sucesso nisso.

Ontem fui para a Matriz, para o segundo evento de música eletrônica que eu me dispus a ir aqui em BH. Claro, o primeiro foi o Eletrônika, onde tocou Marky e etc. Quase fui preso na porta. Detalhes. Meu ânimo não estava dos melhores na ocasião e não era nem bem 3 da manhã, o set do Marky ainda não tinha terminado e eu já estava pegando a Espírito Santo, de volta para casa.

Eu já estava a quase dois meses sem sentir barulho de tunts-tunts troando em algum lugar que não fosse meu quarto ou carro, sem ficar alto com música repetitiva, sem perder a noção do tempo e espaço, sem esquecer de tudo e apenas ficar escutando aquela melodia entorpecente, enfim, a quase dois esses sem sentir a vibe de uma boa apresentação de DnB, House, Techo, Psy-Trance, Trance, o que quer que fosse. Ah, não estava aguentado mais. Eu não ia ficar esperando até setembro pela SerraEletrica – não tem condições. Resolvi então ir para um evento que teve ontem lá na Matriz. Bem… Bom… Bah! Foi ótimo! Até o momento em que o peso da macarronada e da culpa por não estar estudando bateu e, novamente, sem ânimo, resolvo voltar.

Por essas e outras que eu estou a um passo de resolver não sair até que acabe o semestre – ou que eu me livre de metade das correntes que estão presas no meu pé. O que acontecer primeiro. Chega!

Airbase – Spin

Mata a cobra e mostra o pau

Saturday, June 21st, 2003

É fato: eu gosto de python. Claro que uma afirmação como essa vindo de quem programou em GTK com Lisp e achou super divertido deve ser levada com no mínimo uma pitada de ceticismo. Ainda há aqueles que se espantam com besteiras: “Mas você não usa EMACS?! C usa VI?!” e, diante da minha resposta, preferem desconsiderar qualquer opinião minha. Religião e nerdice: mistura perigosa. E sim, eu uso VI, gvim com VimSpell e EnhancedCommentify para ser mais exato. Por sinal, se alguém quiser me dar de presente isso aqui eu ficaria muito grato.

Mas voltando, o fato é que sim, eu gosto de programar em python. Linguagem simples, relativamente eficiente, que não somente suporta mas que incentiva boa programação OO sem castrar o programador. É quase como Perl, no sentido que ela permite você fazer o que você quer de maneira rápida, com a vantagem que dá para, três meses depois, você entender o que você escreveu naquele código sem ter que ficar quebrando muito a cabeça. Perfeita, inclusive para os trabalhos do mestrado – assim eu achava.

Depois de fazer todo o trabalho de uma cadeira em pyhton eu resolvi checar com as ordens superiores se estava tudo bem com a minha implementação e, acima de tudo, com a minha escolha de linguagem. Estou esperando até agora a resposta do professor. Bem, como diria o Sellaro, “Murphy é meu pastor e nada certo dará”: ao tentar re-submeter o trabalho para aprovação ele não roda – mais. Misteriosamente a máquina que recebia e testava os trabalhos sofreu um downgrade e o python dela passou de um 2.x para 1.5.2 – o que quebrou completamente todo o meu trabalho. Ciente de que isso poderia acontecer e já sem outra opção, dei inicio a uma conversão para C++ – foi uma interminável noite com o Stroustrup ao meu lado…

“Mas não é só isso”: depois de abusar por uma noite das “peculiaridades” do C++ e do jeito intragável do Stroustrup escrever ( ou seria isso culpa do tradutor?! Geralmente é… ), descubro que a versão do g++ da faculdade é levemente mais velha que a minha. Uns 3 anos mais velha, acho. Erro, erros, erros e, ainda frustrado com o desastre que foi a submissão do trabalho em python, parto para “consertar” o trabalho em C++.

Ao final, não sei bem como, tudo deu certo. Depois de um trabalho de parto desses tinha que dar certo. E vendo pelo lado positivo, traduzir de python para C++ foi relativamente fácil (o código ficou até legível :-) ) e de quebra aprendi a usar a STL ao custo de uma noite de sono. Mas é como dizem por ai: dormir é para os fracos.

Infelizmente eu sou um….

Patife feat. Fernanda Porto – Sambassim (SP Kollective RMX)

Brincadeiras com o celular

Wednesday, June 18th, 2003

Dica do dia: NUNCA, jamais, never, nie, em hipótese alguma ligue o T9 do seu celular quando estiver anotando o nome de alguém q se chame “Ana”: pode ser constrangedor… De qualquer forma, se você quiser arriscar, corre o risco d’ela gostar :P

Zé Ramalho – Avohay

Na ponta do dedo

Friday, June 13th, 2003

Não gosto de apontar o dedo para os outros. Dizer “você fez isso errado assim, assim, assado”, recriminar, culpar. Não tanto pelo ato em si, que por vezes ajuda mais do que o simples e conveniente silêncio, mas mais pelos efeitos, pela reação.

Mas apontei. Seria mais convêniente fazer uma reclamação genêrica, do tipo “se a carapuça servir”, mas não, não deu. As coisas foram se amontoando, a raiva foi se acumulando e simplesmente já não dava para continuar colocando panos quentes, achando que as coisas sairiam da entropia em que se encontravam e que naturalmente iam se acalmar. Mas não iam, eu sabia, eu eu estava cansando de ficar tentando por as coisas em ordem, na ordem que eu julgava ser a mais correta.

Esse é o chato de você querer fazer tudo como você acha que é certo: você não sabe se é o certo. Você sinceramente tenta fazer o que você julga justo para a maioria. Contudo, o seu julgamento não está isento da parcialidade natural ao ser humano e você acaba lutando em cruzadas contra quem você não queria.

Paciência. Ninguém disse que seria fácil, disse?! Quantas vezes você não escutava um oferecimento de ajuda na sua frente e recebia uma facada nas costas logo depois?! Devia ter aprendido. Devia ter relevado. Devia ter feito o que era prático: o errado.

E se meu certo for o errado?! Bem, nesse caso, é como Eric S. Raymond disse: Given enought eyeballs, all bugs are shallow. Contra quem apontará o dedo?!

[Escutando "Chico Buarque - Apesar de você"]

“Uma pirueta… 2 piruetas… Bravo! Bravo!”

Tuesday, June 10th, 2003

Minhas panturrinhas agradecem a minha brochada de sábado: tivesse eu ido para o Wicked After Hours hoje, no kung fu, eu ia estar fu.

Ehe! É isso ai. Voltei para o Kung Fu. Desengonçado, meio sem as manhas dos movimentos, com o primeiro kati completamente esquecido mas na batalha. Aquecimento demorou uma eternidade, contorções de tudo que era jeito, estava quase uma Yoga. E começam os exercícios de chute. Chute baixo e mão em forma de faca na garganta. Depois chute no joelho e “martelada” na nuca do sujeito. Chute frontal. chute lateral. Chute com o peito do POW! Perco o equilíbrio e vou ao chão. Ainda bem que apesar de tudo ainda restaram alguns ensinamentos – ou seriam instintos – e evito um acidente maior me apoiando a parcialmente com os pés, que tocaram o chão primeiro, e com as mãos, que uso para evitar a porrada que as minhas costas fatalmente receberiam. “Inteiro? Sim.” Levanto e prossigo. Chutes, chutes, chutes…

Fazendo os programas em GTK2 ficarem legíveis no KDE.

Monday, June 9th, 2003

Desisti de usar o Gnome2 no capeta ( meu micro pessoal… ). Não tinha mais condições: toda vez que eu iniciava uma sessão, o nautilus começava a criar 10, 15, 20, 28, 34, infinitas instâncias dele. Não adiantava eu fechar as janelas que ele ia abrindo, não adiantou eu remover todos os diretórios de configuração do Gnome ( e olhe que no Gnome2 são vários… ), nada adiantou.

Eu bem que poderia continuar a usar o Gnome2 sem o nautilus ( desktop e background… quem precisa disso?!) mas o nautilus era apenas um dos vários problemas que eu tinha com o Gnome2. Um dos que mais me irritavam era o problema das janelas de mensagem de janelas minimizadas: elas não aparecem! Por exemplo, eu uso o galeon como navegador, e deixo umas 4 janelas dele, cada uma com umas 5 tabs. abertas. Quando o gnome inicializava o galeon, como na sessão passada ele estava geralmente minimizado, ele também deixava minimizado as janelas de mensagem que o galeon mostrava, de maneira que eu não as via. O problema é que o galeon ficava travado enquanto eu não desse um OK nas mensagens de erro que ele mostrava. E como eu não as via, ele ficava bloqueado até o momento que eu resolvesse ver alguma página na web. OU seja: todo o tempo que ele poderia estar baixando as 20 ou mais páginas foi perdido.

Pequeno detalhe?! Um problema do galeon?! Talvez. Mas esse era apena mais um. De qualquer forma, eu já usava o KDE 2.2 na RNP e não tinha muito do que reclamar: fora a memória extra que ele usa, a interface é muito mais consistente e usável. Como lá eu não podia ( nem devia ) ficar perdendo tempo com os problemas do Gnome e como a máquina que eu tinha na RNP era muito boa, usava KDE. Em casa, onde meu micro não era lá um P4 com disco SCSI, usava o Gnome – até pouco tempo atrás. Mudei para o KDE 3.1 e novamente, não tenho do que reclamar.

É bem verdade que eu sou super fã do Gnome, uma paixão quase como a de torcedor pelo seu time de futebol, meio Nintendo vs Sega, vim vs Emacs, mutt vs pine. Mas se seu time faz você sofrer de mais é hora de pensar em comprar outra camisa e aprender o hino do adversário – nesse caso o KDE.

Finalmente, esse post todo era só para dizer como fazer os aplicativos do GTK2 (ou gnome2) ficarem mais legíveis no KDE. NO Gnome2 vc pode controlar o tamanho das fontes que você quer que sejam usadas na interface dos programas. Essa configuração afeta tanto aplicativos do gnome2 como aplicativos feitos apenas com gtk2. Contudo, essa configuraçãosó tem efeito quando vocês está usando o no gnome2: se você iniciar um aplicativo como o gaim no KDE, as fontes dele ficam pequenas, quase ilegíveis num monitor a 1024×768. O quer fazer?! Basta criar um arquivo ~/.gtkrc-2.0 com o seguinte conteúdo ( modificado ao seu próprio gosto claro):

style "textfont"
{
        font_name="Sans 14"
}
class "GtkTextView" style "textfont"
class "GtkEntry" style "textfont"
class "GtkTree" style "textfont"
class "*" style "textfont"

Esse você pode mudar a fonte padrão e seu tamanho apenas mudando o valor de font_name. O padrão para nome de fontes segue as especificações do pango (mais informações no site do GTK), acho. E é isso ai :-)

Consciência 1 x Macambira 0

Sunday, June 8th, 2003

Depois de uma frustrante ida a um forró em terras mineiras, tinha esperanças de que ir para algo onde música eletrônica tocasse numa alturra ensurdecedora fosse o remédio para todos os males d’alma.

Mas convenhamos: acordar para ir para um afterhours que começa as 4 da manhã é complicado… complicado…

Maldita pilha de livros sobre a mesa.

Entendendo as letras: de volta aos malditos didangos

Saturday, June 7th, 2003

Bah! Cansei de escrever posts enormes que eu decido por não postar no final. Mas foi essa a deliberação que eu tinha tomado quando me decidir por ter outro blog: algo mais impessoal, comentários fúteis, nerdice exarcebada e tri-destilada. Deixar para comentar as “conversas de botões” apenas com o travesseiro – como se muitas vezes o cansaço deixasse!

Dane-se! Se os malditos didangos não voltam mais a aparecer, fazer o quê? Meter a cara nos trabalhos do mestrado, torcer pra que o final de semana passe correndo, para voltar para a rotina. Ah! A rotina e seu poder alienador! Nunca senti tanto prazer nisso! Nem escutar os CDs antigos no quarto tem tanto sabor. Até pelo contrario: as letras que antes passavam batidas em faixas meio sem graça agora ganham significado e é medolho vc perceber que aquela letra em ritmo de riso é na verdade uma puta declaração de “to com banzo”.

hehe! Mas ainda tenho little-gamers para me alegrar – ou não! :-D

Fechando o Caixa

Sunday, June 1st, 2003

Cá estou eu fechando o caixa do mês. Desde que eu recebi a bolsa comecei a usar o Freecoins para controlar meus gastos. Isso tem virado uma obcessão.

Enquanto sincronizo os meus gastos com um extrato recente (a diversão que é sair cortando os SAQ. CARTAO e sair lembrando o que foi cada um deles, procurando alguma ocorrência no programa…), o lMule não cansa de me avisar: algém está desesperado por uma música dos Menudos que eu mudei de local… Sem comentários.

De qualquer forma toda essa experiência rendeu umas estatísticas interesantes:

  • Gastei um total de R$ 8,37 apenas com encargos bancários e R$ 5,17 apenas com CPMF. Que o governo e o BB façam bom uso desse dinheiro.
  • Gastei mais com saídas num mês do que eu gastei com alimentação. Errr… Cervejas não contam como alimentação, nem sushis nem saídas para o Santa Felicidade. Explica?! Duvido. Mas a promoção de R$ 6 por 2 Jonny Walker #1 lá no A Obra com certeza deve deixar as coias mais fáceis de entender. O bom é que cinemas e coisa afins ficam noutra conta. Preocupante?!
  • 26 Reais sumiram da minha carteira. Com que eu gastei isso tudo?! Boa pergunta… Bebidas, mulheres, docinhos na cantina, expressos?! Quem saberá!